quinta-feira, 5 de julho de 2018

Fechar as escotilhas

Renovar as nossas barreiras pessoais é uma boa prática para se habituar conforme nos desgastamos com o stress diário.

Para fortificar suas defesas pessoais, crie um sachê que possa ser colocado sob seu travesseiro ou na sua mesa de trabalho. Escolha uma variedade de ervas para colocar na bolsinha. Algumas boas escolhas são âmbar (NT: tecnicamente é uma resina fossilizada, então está mais para planta do que para pedra? Questões.), manjericão, bergamota, canela, sangue de dragão, noz moscada, sândalo e sal marinho. Uma vez criada sua mistura pessoal, visualize seus limites pessoais ou aura como inteira e completa enquanto diz:


Renove meu espírito e minhas barreiras,
para equilíbrio e proteção.

Créditos: Retirado do Llewellyn's Witches' Spell-a-Day Almanac 2017 e traduzido por mim.
Fique à vontade para compartilhar ou reproduzir, mas não se esqueça de dar os créditos ♥

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Uma reflexão sobre minha identidade étnica

Dia 18 de junho é o Dia do Imigrante Japonês. Nesse último que passou comemoramos os 110 anos da chegada dos primeiros imigrantes. Eu li muitos posts de amigos relatando um pouco da vivência deles ou de familiares. Me emocionei muito lendo alguns e me peguei pensando sobre todos os sentimentos agridoces que essa ancestralidade me trouxe nessas quase 3 décadas de vida.

Eu sou haafu (expressão japonesa para "metade", significando mestiço). Olhando pra mim é óbvio que eu não sou branca, mas ainda assim as pessoas enxergam só a cor da pele e desconsideram os fenótipos mais óbvios: eu tenho olhos puxados, meu cabelo é mais preto que preto, meu rosto é redondo, meu nariz é achatado, minha estatura é baixa.

O processo de (re?)descobrimento da minha identidade começou recentemente, graças a um grupo de mulheres incríveis e inspiradoras. Graças a esse grupo eu comecei a enxergar microagressões que eu sofro quase que diariamente desde que me entendo por gente. Antes eu via como preconceito sem graça e não como o que realmente é.

É um tanto bizarro olhar em retrospecto e lembrar de quantas vezes eu fui discriminada por ter uma aparência diferente, a quantas perguntas esdrúxulas eu tive que responder por causa da minha ascendência, quantas piadas repetidas eu ri de nervoso por simples cansaço e preguiça de responder. A que mais me irrita até hoje, de longe, é quando perguntam sobre a geração: se eu sou nissei (segunda geração), sansei (terceira) ou "não sei". Eu sou yonsei (quarta) e por causa da sonoridade às vezes as pessoas acham que eu estou participando da piada sem graça. Pode parecer bobo, e eu realmente não dava importância das primeiras duas, três ou vinte vezes que eu ouvi. Só de imaginar as piadas que a minha filha ouvirá quando responder que é da quinta geração já sinto calafrios (5 em japonês é "go", não preciso nem explicar).

Eu cresci em uma cidadezinha onde eu, minha mãe e meus irmãos éramos os únicos com ascendência japonesa (na verdade tinha uma outra família de três pessoas, a filha do casal era a melhor amiga da minha prima, mas eles se mudaram para o Japão quando minha irmã ainda era bebê), então era normal que houvesse algum estranhamento, mas ainda assim era desconfortável ser chamada pelas poucas palavras japonesas que as pessoas conheciam (por causa da música do É o Tchan, olha que divertido). Ou quando diziam que eu parecia com personagem X (sendo que a única semelhança existente eram o que? Os olhos puxados. E mesmo assim, nem eram iguais).

Com 10 anos nos mudamos para uma cidade um pouco maior, colônia japonesa, e foi só por volta dos 14 ou 15 anos eu comecei a me envolver de fato com a cultura, frequentando o nikkey, indo aos matsuris e dançando bon odori com as amigas. Note: as amigas eram todas não-descendentes, e isso em nenhum momento foi um problema, visto que elas eram muito bem vindas em todos os eventos e os ditiyans e batiyans ficavam felicíssimos com a presença delas nos motiori do kaikan. Talvez tivesse sido um problema se elas fossem dessas que gostam de falar que são mais japonesas que muito japonês, mas felizmente não era o caso. Só com 15 anos eu conheci o bairro da Liberdade, vindo de excursão com o kaikan junto com a minha ba. Com 17 me mudei pra São Paulo pra fazer faculdade (que tranquei no fim do mesmo ano) e estava lá todo sábado, fazendo aula de japonês.

Na época dos matsuris eu brincava (meio que falando sério) sobre um dia participar do Miss Nikkey, mas não botava muita fé que um dia fosse realmente. Não só fui como peguei gosto e participei não de um, mas de quatro concursos. Claro que não ganhei nenhum, mas foi uma experiência muito importante pra mim, primeiro pelas amizades que fiz e segundo pelo o que isso fez pela minha auto-estima. Vocês entendem, eu cresci tendo como "padrão de beleza" o mesmo que a maioria tem: o branco. Me lembro bem de um episódio na pré escola em que cada aluno recebeu um rosto (de menino ou menina) para pintar. Os desenhos foram penduradas na parede da escola e era fácil identificar o meu de longe: a única menina com cabelo preto. Todas as outras haviam tido os cabelos pintados de amarelo (o que é engraçado, porque não havia nenhuma criança loira na classe). Apesar de todo meu esforço, mesmo conscientemente sabendo que meu valor não está associado a minha aparência, eu não conseguia me desgarrar da sensação de inadequação simplesmente. Acho que qualquer mulher, salvo raras e sortudas exceções, consegue entender a sensação, simplesmente porque é essa forma que somos criadas. Independente do que digam sobre esses concursos serem "anti-feministas" (eu até já fui acusada de fazer as pessoas se sentirem um lixo por tentar me sentir melhor comigo mesma) eu não consigo por um momento me arrepender de ter participado. Nunca senti a "rivalidade feminina" durante todo o período de ensaios ou mesmo durante o concurso, nem me senti inferior por não ser uma das vencedoras. Na verdade eu me sinto muito feliz e honrada por ter tido a oportunidade de conhecer tantas meninas maravilhosas (não só por fora).


Enfim, divaguei. É muito difícil me conter quando falo dessas lembranças do concurso, pois são muito queridas para mim. Voltando ao assunto.

Uma vez, há alguns anos atrás, me perguntaram em um desses sites de perguntas anônimas se eu sofria racismo por ser japonesa e eu respondi enfaticamente que não, imagina! Os estereótipos japoneses são em sua maioria muito positivos e eu não tinha por que achar ruim.

Mas acontece que eu tenho sim. Porque quando colocam a gente numa caixinha apertada onde não há espaço para ser você mesmo sem ser repreendida, há algo de muito errado, sim. Qual o problema de acharem que eu sou uma pessoa inteligente, trabalhadora, séria e dedicada (e no caso das mulheres, doce e delicada)?

O problema é que enquanto somos vistos como massa, nossa individualidade nos é negada. Nossos êxitos e esforços não são reconhecidos e nossas falhas e fracassos são ainda mais cruelmente apontados. Porque quando a gente faz algo bem, é óbvio, "é porque você é asiática" (dane-se se eu passei horas ou até dias quebrando a cabeça. Colher os frutos disso é uma consequência genética e não do meu esforço!). Mas se eu não sou boa em matemática, se não tiro boas notas, se não sou organizada, se não sou magra (!) eu estou envergonhando a raça, por exemplo. Fora a expectativa de uma personalidade submissa. Mas as pessoas nunca colocarão nesses termos, claro. Às vezes nem elas mesmas percebem que estão colocando essas expectativas baseadas unicamente na aparência de alguém. Talvez se fosse algo consciente elas se envergonhariam.

Estamos aqui há 110 anos e ainda somos vistos como estrangeiros. 110 anos e ainda sou questionada se eu falo japonês, se já fui pro Japão, se meu marido também é descendente (e depois do susto ainda perguntam o que minha família acha disso), se eu conheço família tal (como se a gente fosse só uma meia dúzia espalhada por aí, e não a maior população de descendentes fora do Japão). Eu sei, eu sei: as pessoas querem ser simpáticas, querem demonstrar interesse com o pouco que conhecem. Isso não quer dizer que seja menos incômodo ou ofensivo, mesmo que elas não percebam que estão julgando a gente por estereótipos que nem minha vó seguia mais (embora ela tenha casado com filho de japoneses ela recusou todos os pretendentes que meu bisavô escolheu pra ela e conseguiu casar com meu avô, de quem ela gostava. Nenhum dos filhos deles casou com descendente). Elas não fazem por mal. Bem, ao menos a maioria não faz. Teve um episódio lamentável em que uma senhora no metrô ficou me questionando sobre minha ascendência e teve a petulância de dizer que por ser "misturada" eu não poderia dizer que era yonsei, que só quem tem o sangue "puro" pode usar da nomenclatura. Essa senhora não era nem de longe descendente, mas disse que tinha muitos amigos que são. Não obstante, ainda achou ok falar que minha filha estava incomodada no sling. Incomodada estava eu com esse tanto de baboseira que tive que ouvir.

Já aconteceu também de várias pessoas virem me falar que "adorariam ser japonesas" porque acham lindo. Imagino que a intenção fosse elogiar, né? Também imagino que vocês gostariam só de ter a aparência que julgam bonita, ou quem sabe fazer parte da comunidade desde cedo, já que tem interesse pela cultura. Não acho que realmente gostariam de passar pelas mesmas coisas, como o bullying que eu sofri quando era criança ou as microagressões quase diárias que eu citei. Novamente, eu acabo relevando porque sei que as pessoas não fazem por mal... mas até quando, sabe? Um pouco de educação (no sentido de se informar mesmo) não faz mal a ninguém. Mas como sempre, quando apontados os erros ou o por quê de uma coisa ou outra ser na verdade ofensiva, as pessoas tendem a ficar elas mesmas ofendidas e na defensiva.

Em todas as vezes que leio um relato de alguma colega asiática sobre questões que as incomodam, pelo menos 99% das vezes acabo me identificando, e isso faz com que eu veja o quanto, mesmo sendo indivíduos únicos e singulares, ainda temos muito em comum. Entender essas particularidades foi vital para que eu visse as coisas com a devida seriedade com que elas merecem ser tratadas. Ver que eu não estou sozinha com certeza me dá mais força. E embora minha ascendência seja sim uma grande parte de quem eu sou, ela não deve nunca me definir nem limitar, pois eu sou muito mais do que uma "mesticinha" ou uma "japinha", sou muito mais do que a menina estudiosa, a mocinha quieta e séria: eu sou uma pessoa como vocês, e exijo ser tratada como tal.



Gostaria de finalizar o post com alguns esclarecimentos:

- Eu NÃO acho que o racismo sofrido por asiáticos é equiparável ao sofrido por negros ou indígenas, chega a ser indecente sequer pensar em uma comparação do tipo.

- Eu RECONHEÇO os inúmeros privilégios de ser vista como uma minoria modelo, embora isso não me impeça de reconhecer também os "contras" desses mesmos privilégios.

- Eu estou falando da minha experiência pessoal, 1) pode se assemelhar a de muitas outras, assim como 2) pode ser diferente de muitas outras, o que não invalida nem meus sentimentos nem minhas percepções.

Por último, mas não menos importante: Eu acho de suma importância ressaltar que sou descendente de imigrantes. Não sou uma imigrante, muito menos uma estrangeira. A percepção de inúmeros fatores culturais é muito diferente para japoneses e descendentes de japoneses vivendo fora do Japão, favor notar. Não adianta dizer que "no Japão eles não ligam" ou "se um japonês de verdade não se ofende, por que os descendentes ficam criando caso?". Apenas não. O fato de eu não ser uma estrangeira por si só deveria servir de indicativo pra verem que é diferente, e não simplesmente pra invalidar nossa opinião porque "os japoneses de verdade não se ofendem". Os japoneses "de verdade" não tem que lidar com as mesmas questões que os que emigraram e seus descendentes. Espero que tenha ficado claro.


Créditos das fotos: Carolina Sakuma

domingo, 13 de maio de 2018

Um feitiço para vitalidade


we♥it

Para esse feitiço, você vai precisar de um pouco de tomilho (fresco ou seco), um quadrado pequeno de tecido de algodão vermelho, e um pedaço de linha ou cordão vermelho. Quando o sol estiver a pino, vá para fora e amarre o tomilho dentro do tecido vermelho. Segure o amuleto encostado na cabeça, então na boca, então no coração. Conforme o faz, diga:

Dos pensamentos da minha mente,
Às palavras da minha boca,
Aos desejos do meu coração,
Que eu seja forte em pensamento, palavra e ação.

Coloque o amuleto sob seu travesseiro à noite, e deixe descansar no sol durante o dia (ou no peitoril da janela, ou outro lugar que pegue luz do sol para recarregá-lo) enquanto sentir necessidade de uma energia extra.



Créditos: Retirado do Llewellyn's Witches' Spell-a-Day Almanac 2017 e traduzido por mim.
Fique à vontade para compartilhar ou reproduzir, mas não se esqueça de dar os créditos ♥

sábado, 5 de maio de 2018

Memória mais querida de um meeting

Mamãe e bebê morango 🍓 Meeting de Valentine's. #ErikaYukihime #mommyIchigo #instababy #mãedemenina

Uma publicação compartilhada por Ichigo Hime (@ichiglypuff) em


Minha memória mais querida é do Valentine's Meeting de 2017, em que eu e a Erika fomos combinandinho (twins! ♥). Faz algum tempo que eu não vou em meetings "oficiais" e acho que só levei a Erika em dois, até o momento, mas guardo esse dia com carinho porque fomos tão bem recebidas! As meninas foram super simpáticas e receptivas com a Erika, conheci algumas pessoas novas, outras eu conhecia pela internet, mas vi pessoalmente pela primeira vez.

Esse meeting me deixou muito feliz e positivamente surpresa, e com boas expectativas quanto à aceitação das crianças nos espaços em geral (embora eu saiba que infelizmente não é assim em todo lugar).



Post sugerido por Aline


Veja a lista completa de 52 perguntas aqui e fique a vontade para sugerir o tema do próximo post!

terça-feira, 17 de abril de 2018

Elizavecca Milky Piggy Carbonated Bubble Clay Mask

Acredito que a maioria das pessoas da internet que tem contato com cosméticos asiáticos ou que segue youtubers (não necessariamente de beleza porque viralizaram vários vídeos de youtubers dos mais diversos segmentos) já deve ter visto essa máscara. O grande apelo dela não são os efeitos na pele nem o preço (ambos ótimos), mas a aparência que a máscara causa durante a utilização. Basicamente, você fica parecendo uma cultura de mofo borbulhante (da melhor forma possível, claro).

Proposta
A promessa dessa máscara é uma limpeza profunda, remoção de cravos e diminuição da aparência dos poros.
Seus ingredientes principais são água carbonada, colágeno, chá verde, aloe vera, extrato de romã, carvão e argila.

Modo de usar
Aplica-se uma camada da máscara na pele seca (com a espátula que vem junto, para que os dedos não entrem em contato direto com o produto dentro do pote). Deixa-se agir por 5 minutos. Para potencializar os efeitos da máscara pode-se massagear com água por dois minutos. Recomenda-se a massagem para remoção de células mortas e limpeza profunda dos poros, além de fazer uma remoção de maquiagem bem eficiente.

Eu prefiro usar máscaras logo após o banho porque a água quente abre os poros e acho que qualquer produto penetra melhor. No entanto esse é um dos produtos que eu prefiro usar antes, pelo seguinte motivo: ela é bem chatinha de tirar. Faz uma lambança na pia. Prefiro entrar no banho, lavar ela sem preocupações de transformar a pia em um pântano. Aliás, na maioria dos sites é recomendado usar água morna para enxaguar e sei que não é em todos os lares brasileiros que temos torneiras com água aquecida.



Perdoa as fotos no banheiro à noite e não desiste de mim

Minha opinião
Sobre fazer uma limpeza profunda e diminuir a aparência dos poros eu posso afirmar a eficiência. Já sobre os cravos... não remove na hora, mas já vi algumas pessoas falando que essa máscara "puxa" os cravos mais pra superfície da pele e facilita a extração (!). Eu posso dizer que sim, é verdade, notei que usar essa máscara um ou dois dias de usar pore stips potencializa muito os resultados. Se estou com uma espinha querendo despontar também é bem provável que ela dê as caras em um ou dois dias.

CUIDADO!
Embora eu tenha me dado super bem com esse produto já vi várias pessoas com pele sensível que não gostaram do produto porque acharam ele muito agressivo, então eu definitivamente recomendo prestar atenção nisso!

Preço
O preço varia de US$8 a US$13. Eu revendo na minha loja (quando na pronta entrega) por R$50, o que acho bem razoável.


Marca: Baviphat
Embalagem: ❤❤❤❤
Conforto: ❤❤❤❤
Hidratação: ❤❤❤❤
Preço: ❤❤❤❤
Avaliação final: ❤❤❤❤


O que vocês acharam desse produto? Já testaram? Tem curiosidade de experimentar?

sábado, 14 de abril de 2018

Vlog - Aniversário na Moti Moti

A segunda parte do meu aniversário (veja a primeira aqui) foi comemorar com os amigos uma semana depois ♥ O local escolhido foi a Moti Moti Cake Shop.

Let's partay! 🎈🎉🎂 . #bdayparty #makeup #Morangato #selfie #aniversauro

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Moti Moti Cake Shop
Rua Luis Góis, 1196
Vila Mariana

(11) 5594-6865

contato@motimoticakeshop.com.br

sábado, 31 de março de 2018

Vídeo - Terminados 2017

No feriado do Carnaval estava na casa dos meus pais e aproveitei para gravar alguns vídeos, inclusive levei uma sacola cheia de embalagens vazias na bagagem para gravar esse vídeo de Terminados.

Na descrição do vídeo linkei todos os produtos que tem review completa aqui no blog.

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quinta-feira, 29 de março de 2018

Uma prece à Lua

Se vocês está frente a uma mudança que a deixa alarmada, saia em uma noite de segunda-feira (Monday = Moon Day), contemple a Lua por um minuto ou dois, então peça a lua ou qualquer deus ou deusa da Lua (como Hécate, Diana, Mani ou Chandra) para te preparar para a mudança:


Abençoada (nome do deus ou deusa da Lua),
me ajude a entender a mudança que eu vejo em frente e me preparar para isso.
Como você se move por suas fases, você muda todas as noites,
e ainda assim parte de você é escura, você é sempre inteira!
Me ajude a lembrar que eu sou sempre inteira
e que a mudança pode ser positiva.

Créditos: Retirado do Llewellyn's Witches' Spell-a-Day Almanac 2017 e traduzido por mim.
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quarta-feira, 28 de março de 2018

Vlog - Aniversário na Condimento

Meu aniversário foi dia 10 de novembro (pois é, já foi faz tempo), e dia 11 reuni a família para comemorar na Condimento. Dia 10 de novembro também é aniversário do meu pai, então comemoramos todos juntos.

Peachy Keen 🍑 #selfie #makeup #bows #ruffles #peach #salmon #pearl

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segunda-feira, 26 de março de 2018

Feitiço para curar seu gato

Queime uma vela verde para Bast e uma vela rosa para invocar sentimentos e macios para representar a afeição que você sente pelo seu gato.

Coloque uma foto do gato entre as velas, ou apenas um pouco de pelo (você sabe que há alguns espalhados por aí - provavelmente nas suas roupas).

Uma vez que as velas estejam acesas, segure seu gato gentilmente no seu colo ou braços, e repita o encantamento:

Deusa de cabeça de gato Bast,
Por favor ouça meu chamado,
Mande cura para o meu gato Conforme a noite cai.
Com as energias da
Lua Mingante da noite de hoje,
Bana a doença e os machucados


Créditos: Retirado do Llewellyn's Witches' Spell-a-Day Almanac 2007 e traduzido por mim.
Fique à vontade para compartilhar ou reproduzir, mas não se esqueça de dar os créditos ♥



Acho que é tão óbvio que não preciso nem falar, mas vou falar mesmo assim, porque nunca se sabe: o ritual, assim como qualquer oração, são um auxílio e não substitui cuidados médicos. É pra levar no veterinário e não perguntar nos grupos do facebook. Beijos.

domingo, 25 de março de 2018

Vídeo - Caixa de memórias

Fui passar uns dias na casa da minha mãe e fui dar uma volta pela alameda das recordações. Gente do céu, como as pessoas guardam lixo, não?

No feriado do Carnaval eu também gravei um vídeo de Terminados. Se você ainda não é inscrito, se inscreva no canal e ative as notificações para ficar por dentro das novidades ♥

sábado, 24 de março de 2018

Um feitiço de elevação

Imagem: Garden Therapy

Quando pensamentos te puxam para baixo, isso te ajuda a se elevar. Magias do ar são perfeitas para esse propósito. Esse elemento é alegre e livre, sempre flutuando de uma coisa a outra e geralmente preenchido com pensamentos inspiradores. Você pode atrelar essa energia para impulsionar seu humor.

Para esse feitiço você precisará de alguns símbolos do ar. Sinos, cristais transparentes, sinos dos ventos, cataventos e penas, todos funcionam bem. Você também pode usar figuras ou fotos de ícones do ar como pássaros ou nuvens. Esses podem ser pendurados um por vez, presos em cordões para formar longas correntes, ou presos juntos com varetas para fazer um móbile. Se você pendurar sinos dos ventos ou outras decorações com pás para pegar a brisa em uma corrente de ar, irão mover-se. Conforme você pendura cada um, diga:


Criatura do ar,
Tão brilhante e clara,
Eleve alto meus pensamentos.

Leste e alvorada,
Me carreguem
Para o alegre céu.

Créditos: Retirado do Llewellyn's Witches' Spell-a-Day Almanac 2017 e traduzido por mim.
Fique à vontade para compartilhar ou reproduzir, mas não se esqueça de dar os créditos ♥

quinta-feira, 15 de março de 2018

Vlog - Primeiro corte de cabelo da Erika

Já faz muito tempo, mas a Erika cortou o cabelão. As opiniões foram divididas... antes falavam que eu tinha que cortar porque estava muito comprido, mas me criticaram depois também (não as mesmas pessoas, mas...). Enfim. Eu resolvi cortar porque o cabelo dela era muito fininho e estava embaraçando muito, era sofrido de pentear. Agora, meses depois de ter cortado, ele está bem mais forte e ganhando mais volume. E os cachinhos resistiram! Tive um pouco de receio porque os meus cachos (sim, pasmem) foram embora depois do meu primeiro corte, com 1 ano.

Enfim, foi bem tranquilo o processo. Ela não quis sair do colo (estranha um pouco gente nova), então deixaram ela ficar pra cortar e deram um tablet pra ela ver o vídeo favorito. Foi bem rápido e ganhamos o certificado de primeiro corte.


♥ Antes ♥


♥ Depois ♥


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Vlog - IV Mimi Party

Vlog do Mimi Party que aconteceu dias 2 e 3 de setembro no Nikkey Palace :3


Say what? 😎✨ . #sunglasses #chillibeans #selfie #makeup #nofilter

Uma publicação compartilhada por Ichigo Hime (@ichiglypuff) em

Lovely afternoon ✨ . #ErikaYukihime #mommyIchigo #lolita #teaparty #mãedemenina #mãeefilha #MimiParty

Uma publicação compartilhada por Ichigo Hime (@ichiglypuff) em


Estive um pouco sumida do blog e do canal por motivos de: falta de tempo (sair às 7h de casa e chegar depois das 21h, quem nunca? q), mas upei vídeo novo no canal essa semana, corram lá pra ver :D

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